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Caso
São José I
1. Introdução
O caso a seguir foi relatado à OPUs pela mesma
testemunha dos casos São José 2 e 3, que identificaremos
por Sr. LF, residente no bairro São José, na cidade de
Araraquara.
2. Relato
Em uma noite de céu limpo e claro, por volta de
21h30min, o Sr. LF estava dentro de sua casa quando
resolveu ir até a varanda para fumar um cigarro. A
testemunha tem o hábito de sempre olhar para o céu.
Desta forma, quando olhou para o lado sul, avistou uma
luz laranja, com luminosidade opaca, classificada
-
pela própria testemunha -
como estranha.
A luz, de tamanho comparável ao tamanho da lua cheia,
estava parada no céu e repentinamente começou a aumentar
seu tamanho de modo rápido. Em menos de dez segundos,
após crescer, a luz sumiu.
Do ponto de vista do observador, a luz não se
movimentou, mas o Sr. LF disse que o desaparecimento
sugeriu movimento no sentido oposto ao de sua
observação: “não foi uma luz que apagou. Foi uma luz que
se distanciou”.
3. Análise
No artigo Questão UFO 15, a OPUs explica que pontos
luminosos no céu, avistados aproximadamente até 20h00min
no horário normal e até 21h00min no horário de verão,
podem ser satélites, ônibus espacial ou a estação
espacial ISS.
Considerando a hora (21h30min) e também o fato de que o
horário de verão, naquele ano, começou em 8 de outubro,
portanto cerca de um mês depois do avistamento, pode-se
descartar o avistamento incomum da luz de um artefato
humano em órbita.
Não conhecemos relatos astronômicos de um corpo celeste
que fosse avistado tão rapidamente aqui na Terra e
tivesse o tamanho comparável ao de uma lua cheia.
Uma outra possibilidade de brilho incomum no céu noturno
é o surgimento de estrelas supenovas. Mas este brilho
geralmente não surge e desaparece tão rapidamente. Dura
semanas ou meses.
4. Conclusão
Considerando a hipótese de que a testemunha não fez
relatos fantasiosos ou teve um episódio de falsa
memória, este caso permanece, até o momento sem
explicação.
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